Nazaré:
Não se mova, Ivete é seu nome? HAHAHAHAHAHA! Deixe que eu lhe ajude a descer as escadas!
*Nazaré empurra Ivete escada abaixo.*
Nazaré: HAHAHAHAHAHAHAHA!


Nazaré: HAHAHAHAHA! Morreu! Agora me dêem licença... Vou cuidar da minha filha!


Roberto: Vagabunda maldita!
Roberto sente uma grande fúria dentro de si. Ele não hesita e saca a arma de seu paletó e sobe as escadas.  


E ele foi atrás de Nazaré...
Roberto:
Devolva o Marcelo. Eu estou armado!
Nazaré:
Armado? Então vamos pra cama! Que tal brincarmos de tiro ao alvo?
Roberto:
Não, sua prostituta, estou falando de arma de fogo, que pode matar.
Nazaré:
Você não vai me matar.
Roberto:
Se devolver o Marcelo e me seguir até o DP... Não irei.
Nazaré:
HAHAHAHAHAHA! Eu? Nazaré Tedesco, me rendendo? Conta outra!
Roberto não resiste e atira em Nazaré. Seu corpo toca o chão, e lá fica.  


Roberto:
Você mereceu! Pegarei o Marcelo e irei embora!
Nazaré*sussurrando*:
Você... Você não vai me separar da minha filha! Nã...
Ela morre. Ou pelo menos aparenta ter morrido.   


E então...

Roberto:
Ivete! Você está viva!
Ivete: Ah... Eu não morri... Foi só um tombinho...
Roberto: Que bom! Peguei o Marcelo, vamos voltar para o hospital.

TACK

Ivete:
Que barulho foi esse?
Roberto: Veio lá do quarto. Vamos ver.  


Ivete*intrigada*: Cadê ela?
Roberto*assustado*: Seu corpo... sumiu!
Um grito ecoa pela casa...
Nazaré: EU VOLTAREI! NEM QUE SEJA NA REDE RECORD, MAS EU VOLTAREI!
Ouve-se um carro indo embora em alta velocidade. 


Ivete:
Ai credo... Vamos voltar pro hospital! 


Verônica: Meu filho! Ah, que bom vê-lo! Ele não é lindo? 


Dias depois...
Verônica: Finalmente vou poder sair dessa porcaria de hospital...
Roberto: É.
Verônica: Roberto, eu te perdôo pela armação. Eu compreendi as suas intenções.
Roberto: Que...
Verônica: Xiu! Não fale nada! Apenas vamos para a nossa nova casa.
Roberto: Okay.